Texto de Dia das mães

Olá galera, bom dia/boa tarde/boa noite (ou seja lá qual for a hora aí). Faz tempo que não faço um "texto" aqui no blog, e qual a melhor data pra isso? HOJE! Dia das nossas queridas e amadas mães!
Desde o dia que nascemos quem é que esta conosco? Não, não é o médico, são as mães! São elas que passam a nossa vida inteira, até elas se forem, ou talvez a gente, sempre com carinho e amor. Nos dão o que podem, sempre com carinho. Claro que tem algumas exeções, mas na maioria das vezes é assim. Vou "tentar" fazer uma história aqui, quem quiser ler é só seguir.
Claro que tem aqueles que não tem a sua mãe, mas se você é um deles, converse com um amigo/a, faça o que for de melhor pra você, chore, sim, chore, pois é fácil passar o dia dos namorados sem namorados sem namorado, mas o dia das mães sem mãe...

Obs.: A história a seguir é um fato fictício.

Eu estava em casa sozinho, minha mãe estava pro trabalho, como sempre. Eu tinha 7 anos, era como outra criança qualquer, era feliz, como outra criança qualquer. Minha mãe trabalhava numa indústria têxtil, como costureira. Era dia das mães.
Ela chegou em casa, como sempre, às 20 horas. Eu já estava acostumado, era sempre assim. Nós caminhávamos juntos, eu para a escola ela para o trabalho, sempre às 7, ao meio dia minha babá me buscava na escola e me lavava pra casa, fazia o almoço e até às 19 horas ficava cuidando de mim.
Mas naquele dia... Tinha algo de diferente no ar. eu me lembro que minha mãe chegou mais triste, diferente dos outros dias, que ela sempre chegava sorrindo. Ela entrou lentamente, me deu um abraço, um beijo, e saiu novamente pela porta, na mesma velocidade que entrou. Me disse algo no ouvido também, mais eu não ouvi. No que ela saiu ela fechou a porta, e eu fui atras. Quando a abri não a vi, acho que já tinha dobrado a esquina. Nisso eu voltei, fechei a porta e fui até a sala. Deitei no sofá, me cobri e fiquei esperando ela voltar, assistindo TV. Nisso eu dormi.
Acordei no outro dia, no mesmo lugar no sofá, a TV estava ligada, estava tudo do jeito que deixei. Não entendi, pois minha mãe ainda não estava em casa. Sai à rua, a procura dela, mas não tive nem sinal. Me desesperei, voltei pra casa e me tranquei no quarto. Fiquei lá por dois dias, trancado, sem tomar banho nem escovar dente nem nada. Faltei à escola a semana toda, só fiquei em casa no meu quarto.
Mas eu ainda tinha esperança que ela voltaria, e ela voltou. Com um bebê nos braços. Eu tinha um irmão! Bem que naqueles últimos dias ela estava meio gorda, mas como eu, na época um menino de 7 anos teria consciência do que aconteceria? Quando ela chegou corri e abracei-a como nunca tinha abraçado, e fiquei lá, por muito tempo, abraçado na minha mãe.
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